terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O tempo como aliado.

Esses últimos dias têm sido de surpresas extremamnente agradáveis. Minha prima caçula, Angela,após cinco anos de casada, finalmente vai ter um bebê. Estamos ansiosos pela chegada da criança que está prevista para junho. Consegui retomar contato via internet,com a Loo, a Cibele e a Cris, primas queridas,que em virtude da distância de nossas cidades de morada, fazia um tempão que eu não tinha notícias. Adooooooorei.
Também recebi a visita de um querido amigo com o qual eu não falava à tempos, o Gabriel.Foi ótimo, nem parecia que faziam anos que não nos falávamos.
Fiquei pensando que o tempo e a distância podem ser cruéis e nos afastar de pessoas que a gente gosta de conviver, da família que a gente ama, dos amigos que nos instigam,enfim, das pessoas que se quer bem.
Por outro lado, se a distância persiste, o tempo é mais generoso.
Se soubermos fazer bom uso dele, o tempo, ele certamente nos recompensará.
Eu sempre busquei fazer do tempo um aliado.Não quero dribá-lo, nem esticá-lo. Sei que prá render... é necessário a pausa, o silêncio, o ócio.
De nada adianta correr contra o tempo, nós não temos a menor chance.Melhor é deixar que ele nos guie tranquilamente. Como os antigos diziam,"tudo à seu tempo".
Deixemos de prepotência, ansiedade e outras bizarrices da dita "modernidade".
Ser moderno é respeitar o tempo, o seu tempo, o tempo do outro, o tempo das plantas, dos bichos, do planeta.
Contemplemos o tempo e ele generosamente vai fechando seus ciclos e nos trazendo de volta coisas boas e levando embora o que já cumpriu sua função em nossas vidas.
Estou feliz por ter tido tempo e oportunidade de voltar no tempo e reencontrar o passado que se fez presente.
Agora é só dar um tempo... lá vem o futuro.